terça-feira, 12 de setembro de 2017

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

QUANDO BRINCAMOS COM OS MIÚDOS E ELES NUNCA ESTÃO SATISFEITOS!

Não sei se vos acontece mas relativamente a este assunto tenho muitas mães na consulta que me dizem que costumam brincar bastante tempo com os seus mais que tudo mas a verdade é que parece que Eles exigem sempre mais e mais. Parece que nunca chega, que nunca é o suficiente o que as deixa frustradas e sem saber bem o que fazer.

Pois bem,  quando este assunto "vem à baila"  costumo perguntar-lhes:

- quando brinca com Eles está verdadeiramente lá? De corpo e alma? Mesmo? Ou está só fisicamente e a sua cabeça divaga noutros assuntos paralelos como por exemplo em preocupações?

- costuma brincar com regularidade ou é de longe a longe? O que significa para si Muitas Vezes?

- quanto tempo por norma costuma durar a brincadeira?

- o que sente e como se comporta quando estão a brincar? É mais passiva ou participativa?
.... /entre outras/

Depois de refletirmos em conjunto, sugiro:

- faça ponto de honra e dedique 10 a 15 minutos em exclusivo aos seus pequenotes, na verdade, na azafama do nosso dia-a-dia muitas vezes damos por nós apenas a pedir-lhes que façam aquelas tarefas rotineiras (refeições, o banho, ir para a cama…);

- quando estiver a brincar - Esteja Incondicionalmente. Reserve mesmo um tempo exclusivo!

- durante as brincadeiras não tenha o telemóvel por perto. Pode ter a tentação de fazer scroll ou estar distraída por olhar para lá;

- lembrem-se que é  bem mais divertido ter alguém com quem partilhar a brincadeira do que brincar sozinho (o mesmo nos acontece quando vamos com uma amiga às compras. Verdade ou não?);

- frases como: "nunca brincas comigo" podem querer transmitir a ideia: gosto tanto que estejas aqui  - mas apenas o sabem verbalizar desta forma;

- tenham presente que Brincar é um assunto sério e através deste tempo positivo ajudamos a desenvolver não só competências como é um bom momento de partilha em que os mais pequenos se sentem livres e descontraídos para manifestarem as suas angústias e preocupações.


a vossa psicóloga!
Encontram-me no 5 Sentidos e no Centro Clínico de Aveiro.
 euelesnosevoces@gmail.com

domingo, 30 de julho de 2017

SÍTIO GIRO ESTE! DIÁRIO DE UMA PSICÓLOGA #9

Gosto de fins de semana como este. Fins de semana em que consigo organizar as rotinas diárias com passeios em família e em que percebo que "conseguimos" driblar as birras dos miúdos sejam elas de sono, fome ou exaustão. Fins de semana em que o tempo dá "para tudo" e ainda temos um bocadinho de tempo para nós! Tudo é mais fácil com pais felizes. Pais Felizes = Filhos Felizes, lembram-se?

Este fim-de-semana como partilhei com vocês numa fotografia anterior fomos fazer um piquenique a um sítio verdadeiramente encantador. Rodeado por uma densa vegetação verdinha as diferentes quedas de àgua ganham forma circundando a serra de onde a onde. A àgua é translúcida e o melhor de tudo é que tem mesmo muito pouca gente.

Foi bom bom!

O sítio de que vos falo é o Poço da Broca e esta queda de àgua encontra-se localizada na Ribeira de Alvôco, na aldeia de Barriosa perto da localidade de Vide na Serra da Estrela.

Ora espreitem aqui!


hoje fala a mãe!

quinta-feira, 27 de julho de 2017

QUANDO ESTOU STRESSADA COMO.... 5 DICAS PARA DEIXAR DE O FAZER!

É tão frequente ouvir nas consultas algumas pacientes dizerem-me... "quando estou stressada... como"... Na verdade utilizar a comida como função de regulação dos afetos é uma estratégia mal-adaptativa que aumenta a ansiedade. Se no início há uma sensação de prazer (momentânea, diga-se) a médio longo/prazo a culpa instala-se...

É a chamada fome psicológica uma vez que não depende das nossas necessidades nutricionais mas sim se encontra relacionada e dependente do nosso estado emocional. Nestas alturas o truque passa por aumentarmos a nossa autoregulação.

De que forma o podemos fazer?

  1. Identifique a causa desse descontrolo e as situações em que normalmente ocorre;
  2. Antecipe situações em que se sente mais ansiosa/o e nessas alturas procure manter-se ocupada/o;
  3. Visualize-se depois de ter tido um episódio de voracidade alimentar e imagine como se sente nesse estado;
  4. Evite comprar alimentos que aumentem o seu "descontrole";
  5. Não fique muito tempo sem se alimentar!
Espero ter ajudado!


a vossa psicóloga!
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quarta-feira, 26 de julho de 2017

5 DICAS PARA REDUZIR O STRESS!

Todos nós, de uma forma ou de outra, nalguma altura do nosso dia nos podemos sentir stressados. Podemos sentir que temos muita coisa para fazer ou com que lidar e poucos recursos para lidar com a situação. Por esta razão hoje partilho com vocês algumas ideias simples mas que nos podem orientar e tranquilizar no nosso dia-a-dia ...
  1. Mantêm o foco. Concentra-te no que queres fazer e no que pretendes alcançar. O sucesso vem.
  2. Se chegamos até ao momento presente é porque superamos as dificuldades e os desafios do passado; Fica contente com isso.
  3. Nada é para sempre. Tudo é temporário; Mesmo as tempestades darão lugar a um dia melhor.
  4. Aceita o que não podes mudar;
  5. Não existem boas ou más decisões: apenas decisões e em todas as circunstâncias devemos retirar o que aprendemos em termos de crescimento pessoal. Este desafio ensinou-me que... 
Bom dia!

a vossa psicóloga!
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quarta-feira, 19 de julho de 2017

"ABAIXO OS AVÓS. E JÁ"!! DIÁRIO DE UMA PSICÓLOGA #8

Hoje foi dia de falar sobre a importância dos avós no desenvolvimento afetivo dos netos. A convite da Casa de Saúde Bento Menni, da EAPN - Portugal, núcleo distrital da Guarda e da Câmara Municipal deste mesmo distrito estive no Teatro Municipal em conjunto com a Professora Rosa Marina Afonso da Universidade da Beira Interior a refletirmos /com uma plateia extremamente entusiasta/ sobre este tema. 

Abordou-se a evolução dos sistemas familiares (como as famílias têm mudado ao longo dos tempos), do papel participativo ou não dos avós na vida dos netos e da preciosidade do seu tempo no aqui e no agora. Com efeito, numa epóca em que a esperança média de vida aumenta a olhos vistos os avós de hoje são bem diferentes dos avós de outrora mas o ingrediente fundamental para esta interação geracional continua a ser o mesmo: o Amor

Falámos ainda da importancia da criação de memórias positivas, do resgate das histórias familiares (valores e cultura) e da necessidade de cuidarmos do vínculo como pilar da educação e da formação de crianças saudáveis e felizes. 

Em jeito de conclusão partilhei um texto do colega e professor Eduardo Sá sobre o papel dos avós na vida das nossas crianças que é uma verdadeira delícia. 
Partilho também com vocês. 
Espero que gostem tanto quanto eu.

"Abaixo os avós! E já!" Ora leiam aqui!



a vossa psicóloga!
Encontram-me no 5 Sentidos e no Centro Clínico de Aveiro.
email para contactos: euelesnosevoces@gmail.com

sexta-feira, 14 de julho de 2017

QUE TAL DEIXARMOS DE FAZER ISTO?

Tantas e tantas vezes olhamos só para o nosso umbigo e deixamos que o nosso orgulho prejudique as nossas relações interpessoais e o nosso quotidiano. Verdade ou não? Esta curta metragem faz-nos refletir sobre a importância da flexibilidade e da humildade. 
A melhor solução é sempre um solução de conjunto!

Ora espreitem Aqui!!

a vossa psicóloga!
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