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domingo, 11 de março de 2018

O QUE O TEU FILHO DEVE SABER ANTES DE ENTRAR NA ESCOLA PRIMÁRIA! 15 DICAS

A entrada no primeiro ano do primeiro ciclo de escolaridade é uma etapa muito importante na vida das famílias e ainda que não deva ser assim a verdade é que assusta muitos pais e consequentemente, crianças por diferentes motivos.

É frequente andar toda a gente lá por casa ansiosa, angustiada e a fervilhar de dúvidas e preocupações. E é claro, se nós pais estamos nervosos eles naturalmente têm que estar - comportamento gera comportamento e como já sabem estamos sempre a modelar. Por esta razão a primeira dica que vos quero deixar é tenham calma pois a vossa tranquilidade será a segurança deles e ajudará a que tudo corra de forma mais calma e pelo melhor.


Mas afinal o que devem saber os miúdos antes de entrarem no primeiro ciclo? Que competências devem ter adquiridas para que o processo de aprendizagem não seja um bicho-papão?


IDEIAS CHAVE:

- A entrada no primeiro ano deve depender mais do desenvolvimento global da criança do que propriamente da sua idade cronológica;

- Cada criança é única. Logo, com um ritmo de desenvolvimento e aprendizagem próprio: não devemos comparar mas sim olhar para ele/a no seu todo!

- As crianças devem estar motivadas e disponíveis emocionalmente para esta nova etapa, manifestando curiosidade;

- Escutem o que o educador que sempre o/a acompanhou tem para vos dizer;

- Perceba se o seu/ a sua filhote/a sabe e consegue:

  1. Estar atento durante o período de tempo necessário para a concretização com sucesso da tarefa ou se pelo contrário tem ainda muitos bichos-carpinteiros;
  2. Aguardar pela sua vez;
  3. Dizer o nome, idade e dados pessoais;
  4. Nomear os dias da semana, meses e estações do ano;
  5. Contar mecanicamente e associar o número à quantidade;
  6. Fazer a divisão silábica ex.: SA-PA-TO e manipulação silábica: ex. : se à palavra Serpente retitrar o bocadinho - Ser que palavra fica?;
  7. Categorizar diferentes elementos: diz-me alguns meios de transporte e agora alguns desportos?
  8. Recontar uma história;
  9. Escrever e identificar o nome visualmente;
  10. Identificar as figuras geométricas;
  11. Nomear o melhor amigo e participar nas brincadeiras de grupo;
  12. Possui noções de grandeza e faz cálculos simples;
  13. Cumpre as regras; 
  14. Em termos grafomotores tem uma boa coordenação óculo-manual?
  15. É autónomo na hora das refeições e nas idas ao quarto de banho?

Espero que vos tenha sido útil!

Partilhem comigo as vossas dúvidas e dicas!



a vossa psicóloga,
Encontram-me no 5 Sentidos e no Centro Clínico de Aveiro!
euelesnosevoces@gmail.com



quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

DISCIPLINA: 6 REGRAS PARA OS MIÚDOS SE PORTAREM BEM!

Todos nós sabemos que educar é uma tarefa exigente e requer muito amor e paciência. Para que tudo corra pelo melhor e os miúdos cooperem mais facilmente connosco há assim "uns pózinhos de perlim-pim-pim" a utilizar. Que são:

- Não prometa aquilo que não pode cumprir;

- Atribua consequências lógicas e não castigos;

- Valorize pequenos progressos;

- Seja constante; 

- Esteja presente;

- Seja o exemplo;

Quando cumprimos aquilo que estipulamos (mesmo que por vezes nos custe!), quando existe uma ligação entre o comportamento e o que a criança recebe a seguir, quando estamos presentes para apoiar e "estar" verdadeiramente bem como quando elogiamos o esforço a mudança comportamental acontece e o nosso dia-a-dia com os mais pequenos é bem mais fácil.

Sem humilhações ou recurso à violência tudo acaba por funcionar melhor.

Fica a dica!


a vossa psicóloga!
Encontram-me no 5 Sentidos e no Centro Clínico de Aveiro.
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quarta-feira, 19 de julho de 2017

"ABAIXO OS AVÓS. E JÁ"!! DIÁRIO DE UMA PSICÓLOGA #8

Hoje foi dia de falar sobre a importância dos avós no desenvolvimento afetivo dos netos. A convite da Casa de Saúde Bento Menni, da EAPN - Portugal, núcleo distrital da Guarda e da Câmara Municipal deste mesmo distrito estive no Teatro Municipal em conjunto com a Professora Rosa Marina Afonso da Universidade da Beira Interior a refletirmos /com uma plateia extremamente entusiasta/ sobre este tema. 

Abordou-se a evolução dos sistemas familiares (como as famílias têm mudado ao longo dos tempos), do papel participativo ou não dos avós na vida dos netos e da preciosidade do seu tempo no aqui e no agora. Com efeito, numa epóca em que a esperança média de vida aumenta a olhos vistos os avós de hoje são bem diferentes dos avós de outrora mas o ingrediente fundamental para esta interação geracional continua a ser o mesmo: o Amor. 

Falámos ainda da importancia da criação de memórias positivas, do resgate das histórias familiares (valores e cultura) e da necessidade de cuidarmos do vínculo como pilar da educação e da formação de crianças saudáveis e felizes. 

Em jeito de conclusão partilhei um texto do colega e professor Eduardo Sá sobre o papel dos avós na vida das nossas crianças que é uma verdadeira delícia. 
Partilho também com vocês. 
Espero que gostem tanto quanto eu.

"Abaixo os avós! E já!" Ora leiam aqui!



a vossa psicóloga!
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email para contactos: euelesnosevoces@gmail.com

sexta-feira, 14 de julho de 2017

QUE TAL DEIXARMOS DE FAZER ISTO?

Tantas e tantas vezes olhamos só para o nosso umbigo e deixamos que o nosso orgulho prejudique as nossas relações interpessoais e o nosso quotidiano. Verdade ou não? Esta curta metragem faz-nos refletir sobre a importância da flexibilidade e da humildade. 
A melhor solução é sempre um solução de conjunto!

Ora espreitem Aqui!!

a vossa psicóloga!
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quarta-feira, 15 de março de 2017

11 DICAS PARA VIAJAR COM OS MIÚDOS SEM STRESS

Andar de avião com os miúdos não tem necessariamente que ser um problema. A sério, a menos que exista um medo excessivo de fazer esta viagem ... e aí as estratégias são um bocadinho diferentes, num outro post falo-vos sobre isso. Pode ser?!

Quando existe apenas alguma apreensão e curiosidade a viagem pode ser bem tranquila. De verdade.

A nossa viagem à Eurodisney foi a primeira viagem do nosso J.A. e correu muito bem. Bastante bem mesmo. Para que isso acontecesse tivemos alguns cuidados que partilhamos com vocês, ora vejam….

Durante a viagem....
  1.   Não transparecermos a nossa ansiedade pela possibilidade de algo poder vir a correr menos bem - manter e transparecer calma;
  2. Explicar-lhes com paciência tudo o que vai acontecer. A previsibilidade gera segurança e ajuda-os a organizarem-se emocionalmente. Mesmo!
  3. Levar uma mochila com brinquedos divertidos e pouco barulhentos (livros para pintar, canetas de colorir, dominó, jogos de cartas, Mp3…);
  4.  Levar algo para mastigar durante a descolagem e a aterragem (não esquecer de explicar que os ouvidos podem ficar com alguma pressãozinha. Brincar às caretas dá uma enorme ajuda!! Quando são bebés convém lhes darmos alguma coisa para beber).
  5. Durante o voo explicar o que vem a seguir: hora de colocar o cinto, hora da refeição, hora de aterrar. Fazer sempre da viagem uma experiência positiva e divertida!!!
  6. Levar um boneco especial;
  7. Reconhecer o bom comportamento durante a viagem.
  8. Certificarmo-nos que temos todos os documentos necessários.
  9. Claro... levar roupa confortável!!!

Antes da viagem propriamente dita ...

  1. Levar o/a pequenote ao pediatra ou viajar se possível sem nenhum situação clínica associada.
  2. Preferir voos noturnos caso a viagem seja mais longa para evitar grandes birras e aborrecimentos.

Na verdade... a solução passa pelo planeamento e pela organização.


Bom voo! 
Vai tudo certamente correr bem!


a vossa psicóloga!
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terça-feira, 7 de março de 2017

HISTÓRIAS QUE AJUDAM A CRESCER!!!

Muitas crianças e às vezes até alguns adultos têm medo do escuro. Se ter medo é normal e adaptativo a verdade é que quando é intenso, frequente e invalida as atividades do nosso dia-a-dia pode tornar-se uma verdadeira dor de cabeça e um sério problema.

Assim , se por volta dos 2/3 anos de idade até aos 7/8 é normal que o medo do escuro apareça podendo demorar mais ou menos tempo a passar - pois cada um de nós tem o seu ritmo desenvolvimental-   existem algumas dicas e alguns materiais que nos podem ajudar a que ele não se instale e não tome conta da nossa vida.

Foi assim que ao lidar com muitas crianças com esta problemática tive a feliz oportunidade de conhecer a escritora Susana Campos que publicou recentemente o livro:  O Menino que tinha medo do escuro.  Já vos tinha falado dele lembram-se?!

É um livro bom de ler porque é pequenino e retrata a história como o nome indica de um menino que ultrapassou o medo ... não fosse a Susana mãe de um rapazola... que também teve este receio da escuridão!!

Para além de escrito num formato alternativo é interessante pela sua forma física e digital ao mesmo tempo que é inclusivo - o que o torna ainda mais “apetecível”! Na verdade, encontra-se em diferentes formatos: do braille, à língua gestual portuguesa, com aplicações para os media e símbolos pictográficos para a comunicação. Bom não é? Tem ainda conteúdos acessíveis para crianças em idade pré-escolar com ou sem necessidades educativas especiais.

Mais.... é ainda um livro elaborado pelo Ministério da Educação e recomendado pelo Plano Nacional de Leitura!!! Do que esperam?!

Partilho com vocês a página da autora, a aplicação e, claro, o vídeo.

Ora espreitem e deliciem-se!!




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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

7 ESTRATÉGIAS PARA AUMENTAR A BOA RELAÇÃO COM OS MIÚDOS!

Hoje foi assim. Depois de jantar o maiorquinha cá de casa pediu se podíamos fazer uma festa. Uma festa à séria, com direito a música e a gomas. E sim! Claro que sim! Pusemos música, relativamente alta para dar aquele tom de party e dançamos, dançamos até não pudermos mais ... até o mais pequeno se fartar de Rir. Jogamos ainda o limbo e passamos por debaixo das pernas um do outro. Foi bom. Muito bom. A felicidade apareceu e de uma ideia tão simples e genuína a magia aconteceu.

Senti-me feliz. Eu que conscientemente me tinha prometido a mim própria trabalhar o vínculo por estes dias vi-me natural e divertidamente envolvida numa atividade tão boa e prazerosa com Eles.
Convido-vos a experimentar. ;)

Para além desta ideia partilho com vocês outras sete dicas para fomentar uma saudável e boa relação com os miúdos:

  1. - Brinquem todos os dias pelo menos 10 a 15 minutos;
  2. - Façam um bom ataque de cócegas ou uma barrela;
  3. - Experimentem viver experiências em conjunto;
  4. - Conversem e teatralizem as vossas ideias;
  5. - Escolham um filme que eles gostem e vejam em conjunto;
  6. - Cozinhem algo divertido;
  7. - Estejam verdadeiramente muito! *



hoje fala a mãe e a vossa psicóloga!
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

TENHO MEDOOOOOO! DICAS PARA OS AJUDAR A SUPERAR!

Muitos pais vêm ter comigo porque os seus filhotes têm medo. Após a avaliação inicial percebemos que uns... preenchem os critérios diagnóstico para perturbação de ansiedade/fobia, outros, têm apenas um medo normativo para a sua idade cronológica. Em qualquer das situações é importante percebermos o nível de intensidade e o impacto que este medo tem na vida das crianças e das suas famílias.
Partilho com vocês algumas dicas que podem ajudar!


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

DÉFICE DE ATENÇÃO OU APENAS DISTRAÇÃO?


Muitos dos pedidos de consulta prendem-se com queixas de desatenção. "É distraído, não ouve o que se lhe diz,..., parece que não está lá..., está sempre no mundo da lua"... 

É frequente chegarem-me pais preocupados porque não sabem se o seu filho é na verdade distraído ou tem défice de atenção. A medo, procuram ajuda ou fazem-no porque as queixas em contexto escolar sucedem-se e já não sabem mais o que fazer. Pensavam que como o tempo tudo passava  mas nalguns casos, não, não passou. Nem podia, pois por detrás de um verdadeiro défice de atenção existem alterações na dopamina e na noradrenalina.

Então, quando temos um verdadeiro défice de atenção?

Nem todas as crianças têm défice de atenção. Algumas são apenas crianças e... distraídas. O verdadeiro défice de atenção é bem mais do que apenas distração. Daí que seja importante percebermos que o défice de atenção corresponde àquela criança ter frequentemente e em diferentes contextos períodos curtos de atenção e, normalmente, uma impulsividade ou agitação psicomotora marcada para a sua idade o que faz com que não consiga levar até ao fim as tarefas ou as faça com elevado prejuízo. Nestes casos é comum ouvirmos: "salta de tarefa em tarefa, não faz nada até ao fim... para terminar os trabalhos só a chicote..."

hum... sendo assim então quem tem défice de atenção tem sempre hiperatividade?

Não. O défice de atenção pode estar ou não associado à hiperatividade pois às vezes é mesmo e só défice de atenção.  Nestes casos costumamos dizer que estamos perante um défice de atenção não sindromático isto é não se encontra relacionado com outra perturbação.

Apesar de poder também atingir os adultos é mais comum na idade infantil e no sexo masculino afetando cerca de 10% das crianças em idade escolar. E, quase sempre as primeiras manifestações começam a aparecer antes dos 4 anos de idade... Sim, antes dos quatros anos...na idade pré-escolar - daí a importância significativa dos educadores no conhecimento e no despiste deste quadro.

Deve-se a quê, perguntam vocês? Quais as causas?

Do que se sabe o défice de atenção é hereditário isto é quase sempre o pai ou a mãe têm défice de atenção podendo também ser causado por anomalias nos neurotransmissores cerebrais. Claro que o meio ambiente, o nosso contexto familiar potencia ou minimiza esta influencia.

Para que o impacto na vida da criança e na sua autoestima seja menor é ideal fazer-se a avaliação e caso o diagnóstico se confirme a intervenção medicamentosa e comportamental pois os riscos da não intervenção são imensos. Não só para a  família mas sobretudo para a criança que na idade escolar pode encontrar-se associado à ansiedade, dificuldades de aprendizagem, aos problemas de comportamento e na adolescência a consumos, agressividade e/ou depressão.


a vossa psicóloga
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

É COM TANTO ORGULHO QUE PARTILHO COM VOCÊS!

Saiu hoje a primeira revista em Educação e Parentalidade Positiva  Portuguesa!! Que bom não é?

É com tanto orgulho que partilho do crescimento deste projeto e vejo cada vez mais técnicos e pais praticarem esta filosofia que assenta no respeito mútuo e faz a magia acontecer!

O verdadeiro poder está em nós e nas sinergias que criamos! Acreditem.

Espreitem tudo tim-tim por tim-tim e claro, leiam o meu artigo na página 10!

Parabéns Magda Dias, Parabéns Escola da Parentalidade e Educação Positiva! Parabéns a nós!

1.ª Edição da Revista Educação e Parentalidade Positiva - Descarreguem Aqui! 



a vossa psicóloga
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

É ESTE O NOSSO SEGREDO

Brincar ... “ajuda a aprender e a resolver problemas… a fazer parcerias… a  construir enredos e histórias e a desempenhar personagens, mesmo que quem brinca faça de si próprio….

Brincar ... ajuda   a dar uma dimensão prática aquilo que se aprende, na sala de aula, no recreio e na escola da vida…

Brincar … ajuda a ligar ideias e a costurar conhecimentos…

Brincar … é amigo da matemática, porque põe problemas, e do português porque lhes dá voz e os veste com palavras…

Brincar … tem ciência e dá química às coisas…

Brincar … ajuda a lidar com a dor e a cozinhar as frustrações… liga os riscos com a ousadia e claro, casa os compromissos com a liberdade… por outras palavras… quem não brinca não sabe pensar” Eduardo Sá in Querida Mãe! .

É este o segredo. É este o nosso segredo!

É isto que fazemos com Eles todos os dias. E é tão bom! Acreditem.
Nota-se tanto no comportamento dos miúdos. É por isso que brincar faz bem à saúde deles e à nossa e torna a nossa vida mais rica e feliz. Faz dos miúdos crianças mais pausadas e atentas, mais curiosas e perspicazes.

Por esta razão, quem nos acompanha sabe, gostamos tanto dos jogos da Sience4you! Conhecem? Desde os brinquedos de ciência, aos da ecologia passando pelos brinquedos Tech e os animais de brincar. Todos eles apelativos, educativos e com vista ao bom neurodesenvolvimento daqueles de quem mais amamos.

Esta semana como vos mostramos montamos o Junior Building 4 in 1 e foi bom bom. Viram?

Ao desenvolver a motricidade fina e a coordenação oculo-manual conjuntamente com a percepção e o raciocínio lógico |entre outros| o nosso maiorquina vibrou ao nos ter ali sempre com ele e sentir-se especial. A relação é mesmo “a varinha de condão! e a magia acontece”.

Dos melhores brinquedos educativos do mundo com prêmios atribuídos ao nível da promoção do desenvolvimento!!! E sabem…. é uma empresa 100% portuguesa!!! Maravilhoso, não é?

A vossa psicóloga aconselha!







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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Acredita!

O que dizemos aos miúdos e a forma como o fazemos torna-se muitas vezes a sua voz interior!

É tão importante que tenhamos esta consciência para podermos no nosso dia-a-dia adequarmos os nossos comportamentos e as nossas atitudes.

Queremos miúdos felizes e desencucados.

Grande parte disso pode vir de nós, Acreditem!
(podem ler mais sobre isto neste post)


a vossa psicóloga.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Não, não sou perfeita e agora?!

Todas as mulheres ou quase todas têm o desejo hérculo de serem perfeitas. Excelentes donas de casa, primorosas esposas, dedicadas funcionárias e irrepreensíveis mães. Mas isto não existe. Não pode existir. Ainda bem que assim é. 

É neste exercício de equilíbrio entre quem somos e quem podemos ser, entre o que fazemos e o que podemos diariamente melhorar que o meu querido Eduardo Sá, na altura professor e de há uns largos anos a esta parte colega, escreve o livro: Querida Mãe!

Um livro que nos fala ao coração e que de maneira muito doce aborda temas extremamente pertinentes e atuais na visão do neurodesenvolvimento: a alimentação, o sono, as birras, a nossa culpa, a escola, os sonhos, os adolescentes....... e mais e mais e mais.

De leitura rápida e fácil, recomendo!

A mim presentearam-me assim!

Obrigada!*


a vossa psicóloga.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

COMO O CÃO E O GATO!!


São como o cão e o gato! Familiar, não vos parece? Quem já não ouviu ou disse esta expressão para se referir à relação dos irmãos aí da casa.

Andam sempre sempre às turras e volta meia volta dão imensos abraços.

Pois é, os irmãos parecem ser assim... ora os melhores amigos, ora os piores "inimigos"... também não é de estranhar pois disputam entre si a maior e mais especial das atenções: a dos pais!

Para que então o ciúme entre os irmãos ou mesmo a rivalidade entre eles possa ser minorada partilho com vocês algumas estratégias. 

Vão com certeza ajudar, ora vejam:
  • Não tome partido. Deixe serem eles a resolverem os seus próprios problemas. No entanto, não tolere comportamentos agressivos.
  •    Escute e evite fazer acusações.
  •   Estabeleça regras claras sobre o que não é aceitável na vossa família;
  • Promova atividades prazeirosas e de cooperação com ambos.
  • Não torne um filho responsável pelo outro.
  • Não faça comparações.

a vossa psicóloga.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Quando os erros são um problema….


Quem tem filhos em idade escolar sabe que os erros muitas vezes podem ser uma verdadeira dor de cabeça. Verdade ou não?

Com efeito este é inúmeras vezes um dos motivos de consulta.

Na verdade, quando estes pedidos aparecem (“ele dá muitos erros,…, não escreve uma palavra certa…, a professora já o chamou à atenção e não consegue corrigir….!”) é frequente os miúdos trocarem o o pelo u, o pre pelo per, os ss pelo ç, o v pelo f… enfim, uma série de situações.

Parece-vos familiar?.

Nestes casos, para além de uma avaliação “exaustiva” e compreensiva que deve ser feita às competências destas crianças com recurso a informações fornecidas pelos pais e pelos professores, assim no geral é importante ter presente que:

 - este tipo de erros podem acontecer por variados aspetos como por desatenção, desconhecimento das regras de ortografia e falta de automatização no processo de escrita, por pertencerem a um quadro clínico de disortografia ou ainda se encontrarem associados a uma perturbação específica da leitura, a nossa tão conhecida dislexia (ou, então, pela associação conjunta de alguns destes)! Por estas razões, hoje, especificamente, vou falar-vos de Disortografia…. Já ouviram falar?

Esta perturbação de aprendizagem específica com défice na expressão escrita, de acordo com o DSM V (Manual de classificação e diagnóstico que se costuma utilizar) afeta o processo de escrita em particular a precisão ortográfica, isto é, lá aparecem os benditos erros. No entanto, para além dos erros que nos preocupam tanto, também costumam ocorrer simultaneamente dificuldade na organização das ideias e na estruturação das frases, dificuldades com as regras morfossintáticas e gramaticais, mesmo com um funcionamento intelectual e uma leitura dentro do que é esperado para a idade e nível desenvolvimental.

Assim se quiserem e para facilitar, de acordo com a DSM V são critérios diagnósticos de Disortografia:

- A precisão ortográfica (correção) – dá ou não dá muitos erros e que tipo de erros são,
- A precisão gramatical e a pontuação;
- A clareza ou organização da expressão escrita, entre outras.

Por estas razões normalmente as crianças com esta dificuldade escrevem textos não só com muitos erros, como as suas composições por norma são muito pobres, mal pontuadas e redigidas com uma caligrafia pouco diferenciada.

Se isto vos soa a familiar e o tipo de erros são frequentes e consistentes não devem hesitar e pedir ajuda de um profissional, mais não seja…. para tirar as dúvidas!

Encontram-me no Centro Clínico de Aveiro Aveiro e no 5 Sentidos em Viseu, Mangualde e Guarda

Nota: É possível estarmos perante um quadro de disortografia na ausência de dislexia, ainda que seja mais raro de ocorrer.



a vossa psicóloga.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Acerca da Auto-Estima

A auto-estima é a estima que temos de nós próprios. No entanto, nem sempre o valor que nos damos é incondicional e muitas vezes fazemo-lo depender daquilo que alcançamos. 

Não só fazemos isto connosco como também o fazemos, infelizmente, com os miúdos.... que serão o futuro/os adultos do mundo de amanhã. Como sabem adultos seguros e felizes terão relações mais estáveis e duradouras e alcançarão melhores resultados o que não acontecerá com a tal "baixa auto-estima".

Assim, independentemente de ter feito algo negativo ou positivo ou de sentir alegria ou tristeza, não deixe que isso altere a forma como se vê e o valor que se dá. Passe esta mensagem também aos seus filhotes e aqueles com quem convive. Na verdade, não ter uma auto-estima contingente do que se faz ou do que se alcança deixar-nos-á a todos bem mais felizes e realizados!!!

já pensaram nisto?


a vossa psicóloga

Fonte da imagem: pinterest

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Emoções, emoções, emoções!

Numa altura em que cada vez mais se fala de inteligência emocional é importante que as nossas crianças percebam que existem emoções agradáveis e desagradáveis e que ambas desempenham um papel importante na nossa vida... se quisermos na nossa sobrevivência.

Se é real que não podemos escolher aquilo que sentimos é bem verdade que podemos escolher o que fazemos com o que sentimos isto é a forma como nos comportamos. É então esta capacidade de autoregulação - o que escolhemos fazer com as emoções - que diariamente | muitas vezes através do nosso modelo| lhes devemos ensinar pois, na verdade, temos um papel ativo na gestão das mesmas!

Não lhes peçam o que não são capazes de fazer.

|Maria fala baixo... quando eu estou a gritar!|
|Tomás, não se bate nos meninos... quando eu lhe costumo dar uma boa palmada|
|Francisco não vês que é feio mentir... quando acabei de dizer para não se contar à avó que não gostamos nada da sopa|

Mostrar-lhes que emoções desagradáveis não são necessariamente más e que diferentes pessoas sentem emoções diferentes é um desafio interessante e que, no futuro, lhes será muito positivo!!!

Se se interessarem por este tema espreitem o livro: As Emoções são nossas Amigas! da Porto Editora
cujo autor é Paulo Moreira. eswtá recheado de história deliciosas para crianças dos 7 aos 10 anos!


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Como lidar com as birras! #Parte I

Deixem-me dizer-vos que os miúdos fazerem birra é normal. Sim, normal e adaptativo o que significa que faz parte do seu processo de crescimento e é expectável que a partir de determinada altura elas ocorram. 

Por si só não são sinônimo das nossas crianças serem mal-educadas, serem ditadoras ou até quem sabe, ET`s!!!

Só quem não tem filhos diria: "ai se fosse comigo ele não fazia uma birra assim!". Desenganem-se, eles fazem com todos nós e elas, as birras, ajudam-nos a organizarem-se e se quiserem a crescer!

No entanto, do mesmo modo que faz parte do seu papel enquanto crianças fazerem birras perante algo que os deixou frustrados, faz parte do nosso enquanto pais e educadores sabe-los orientar e direcionar para o que é certo.

Este post é então o primeiro de muitos para nos ajudar a lidar com estes ataques de fúria dos mais pequenotes.

É fundamental que ANTES de qualquer orientação, argumentação ou decisão os escutemos de verdade. Estejamos lá ao lado deles para perceber o que de facto os deixou tão desorganizados e perdidos. Escutá-los a Eles sem: "ahhh eu sei porque é que estás assim...", olhá-los nos olhos, cara a cara e ouvir deles a sua verdade, deixar que nos digam qual a sua visão, as suas razões, os seus motivos. Contudo, claro está que esta escuta ativa deverá suceder à nossa própria capacidade de autorregulação, isto é, de estarmos calmos, tranquilos e seguros e sabermos que aquele é o melhor caminho, o caminho que queremos percorrer, caso contrário acalmarmo-nos será a primeira tarefa a fazer. 

Lembrem-se, os miúdos precisam de regras e limites bem definidos com pais consistentes e firmes que estejam lá para ser o farol, 

mas disso falaremos mais tarde, num outro post!

Até já! *


A vossa psicóloga, TatIana LOuro
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Histórias boas estas.

Lembram-se de há alguns dias vos ter falado do livro: "Histórias para os 4 anos"?
Sim?! Ainda bem porque é um livro que vale mesmo a pena ler aos nossos pequenotes. É composto por seis histórias com temáticas diversificadas, escritas sob a forma de rima o que as torna bem divertidas e entusiasmantes. Vão encontrar um crocodilo que tem um amigo especial, um ratinho criativo e até uma girafa que viaja para o espaço. Bom não é? E o melhor é que não são nada maçudas e prendem os miúdos do início ao fim.

Do que esperam... 

há também a mesma versão para os dois e três anos e idade.

Leiam e depois digam-me alguma coisa!



 Instagram: @euelesnosevoces

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Sou má mãe.


Ouço esta frase tantas vezes nas consultas. 

Sou mã mãe. 

Normalmente acompanhada de uma angústia enorme e de lágrimas carregadas nos olhos muitas mães confidenciam-me que se descontrolam, que gritam e que não conseguem aproveitar o pouco tempo que têm entre o trabalho e todas as tarefas diárias.

É aí que lhes peço para pararem e pensarem. Para arrumarem as expetativas de lado e refletirem em todos os atos de amor que diariamente dispõe com aqueles "seres" que não raras vezes são extensões delas próprias...

... peço-lhes para se recordarem das memórias positivas que juntos construíram e para me dizerem o que não conseguiriam fazer por Eles.

Lembramo-nos então em conjunto das noites mal dormidas, dos abraços e dos afagos nos momentos de dor, dos sorrisos felizes, nas prioridades e na necessidade fundamental, crucial mesmo que deveria ser as mães cuidarem delas próprias. Recuperarem primeiro energias e o fôlego cuidando de si para depois terem mais forças em seguida para cuidar d`Eles... 

.. terem os seus balões de oxigênio para fazerem transbordar o amor que os une.

E darem-se tempo. Sem pressas, nem distratores.

pensem comigo... algum dia se fossem más mães teriam esta preocupação?
Não... com toda a certeza.

Um abraço e um beijo a todas estas más mães preocupadas no mundo!